
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) concedeu o Prêmio Marielle Franco ao grupo Tambores de Olokun, em reconhecimento às suas ações que fortalecem o sentimento comunitário e reafirmam a cultura como instrumento de transformação social e resistência.
A deputada Dani Monteiro, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da ALERJ, destacou a importância da homenagem. Segundo ela, o prêmio reconhece o papel estratégico da cultura popular na vida da cidade, com o carnaval de rua, os cortejos e o som dos tambores sendo expressões vivas de identidade e pertencimento.
Cultura como motor de desenvolvimento e proteção
“Cultura é diversão e potência, gera trabalho e renda, movimenta a economia criativa e constrói a memória que fica nas ruas e nas pessoas. Valorizar o Tambores de Olokun é impulsionar e reconhecer a força do nosso povo”, afirmou a deputada.
Monteiro ressaltou que investir em cultura é fomentar proteção social e futuro. A arte, ao ocupar os espaços públicos, “afasta violências, fortalece vínculos comunitários, abre caminhos para a juventude e salva vidas. O Olokun mostra que o tambor também é ferramenta de formação, acolhimento e transformação. É esse tipo de iniciativa que constrói comunidades mais fortes, orgulhosas da própria história e donas do seu território. A cultura muda destinos. É uma honra poder reconhecer e dar o Prêmio Marielle Franco a esse grupo”, concluiu.
Origem do Prêmio Marielle Franco
O Prêmio Marielle Franco foi instituído em dezembro de 2021, por meio de um projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa. A autoria original da proposição é da deputada Zeidan e do ex-deputado estadual Marcelo Freixo, atual presidente da Embratur.
Com informações da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro







