
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou à Polícia Federal (PF) o envio de dados de celulares que foram apreendidos no âmbito da investigação que apura irregularidades no Banco Master. A medida surge após o próprio Toffoli ser informado de que seu nome teria sido mencionado em conversas registradas nos aparelhos.
Em resposta à informação, o ministro Edson Fachin, presidente do STF, determinou a abertura de um processo interno para analisar a situação. Toffoli foi notificado para apresentar sua defesa no processo.
Suspeição e relatoria sob análise
A investigação do Banco Master envolve apurações sobre supostas fraudes e lavagem de dinheiro. A eventual menção ao nome de Dias Toffoli nos celulares apreendidos levantou a necessidade de uma análise sobre a sua imparcialidade como relator do caso no STF.
Agora, caberá ao presidente do STF, ministro Fachin, decidir se Dias Toffoli continuará como relator da investigação do Banco Master, após a análise das informações e da defesa apresentada.
Com informações da Agência Brasil








