Suspeito de armazenar pornografia infantil é preso em computador de policlínica em Manaus

Manaus- Um agente administrativo de almoxarifado, de 44 anos, foi preso em flagrante, na tarde dessa quinta-feira (22), suspeito de armazenar conteúdo pornográfico infantil, na Policlínica Gilberto Mestrinho, no Centro de Manaus.

A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), recebeu uma denúncia anônima, informando que o homem estaria acessando e baixando pornografia infantil no computador da instituição.

O homem foi pego em flagrante, acessando o material, no local de trabalho. Os agentes da polícia fizeram uma busca no computador que ele utilizava e encontraram um pen drive com mais de 1.500 arquivos, dentre eles, fotos e vídeos pornográficos de sites estrangeiros, especializados na prática criminosa.

Segundo a delegada Joyce Coelho da especializada, a equipe também fez uma busca na casa do homem, onde apreendeu um notebook, o pen drive que era utilizado para armazenar os arquivos, o HD do computador da policlínica e o celular pessoal do suspeito.

Na perícia, segundo a delegada, vai ser possível identificar se o homem só armazenava ou também compartilhava o material com outras pessoas.

O homem disse à polícia que realizava os atos desde que se separou da esposa, há três anos. Para não ficar detido, o homem terá de pagar a fiança estipulada de sete salários mínimos em até 24h. Caso o pagamento não seja efetuado, ele será levado para o Centro de Recebimento e Triagem (CRT), onde ficará a disposição da justiça.

O homem deverá responder pelo crime de pornografia infantil e também administrativo. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) informou que será aberto um processo de sindicância para apurar os fatos.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente tem pena de reclusão de um a quatro anos, além de multa. Se identificado que o homem compartilhava o material, a pena pode aumentar em até seis anos.

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