
Em meio à sequência de greves no transporte público de Manaus, a Prefeitura encaminhou à Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 700/2026, que autoriza subsídio de até R$ 3 milhões por mês ao transporte coletivo complementar, que inclui os chamados “amarelinhos” e veículos do serviço Executivo.
O valor não será necessariamente pago integralmente todos os meses. Conforme a proposta, o montante será definido pelo órgão gestor com base na necessidade financeira e em análises técnicas.
Dados do IMMU apontam que, em junho, o serviço tinha 237 veículos cadastrados, sendo 169 em operação. Os custos chegaram a R$ 5,89 milhões, enquanto a arrecadação tarifária foi de R$ 3,70 milhões, gerando um déficit estimado em R$ 2,18 milhões.
O projeto prevê que os recursos sejam usados prioritariamente para obrigações relacionadas à aquisição de novos ônibus. Os repasses dependerão da prestação efetiva do serviço, de disponibilidade orçamentária e financeira e da validação do Conselho Gestor do FMMU.
A proposta estabelece ainda efeitos financeiros retroativos a 1º de agosto de 2026.








