segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Eleições 2026: veja como os candidatos derrotados se posicionam para o segundo turno

A disputa presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) começou a provocar manifestações dos candidatos que não conseguiram chegar ao segundo turno das Eleições 2026. Na noite de domingo (4), Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) falaram sobre suas posições para a votação marcada para 25 de outubro.

Terceiro colocado, com 2,89% dos votos, Augusto Cury evitou indicar preferência por qualquer um dos concorrentes. O candidato afirmou que permanecerá em silêncio sobre o segundo turno e pediu que ninguém anuncie apoio em seu nome ou no de Júlio Delgado, que integrou sua chapa como vice.

Cury também declarou que pretende abandonar a política. Segundo ele, a decisão está relacionada a outros projetos que deseja desenvolver.

Renan Santos, que terminou em quarto lugar, com 2,24% dos votos, adotou uma postura diferente e deixou a decisão nas mãos dos eleitores. O candidato afirmou que não fará campanha para nenhum dos dois presidenciáveis nem pedirá votos brancos ou nulos.

O representante do Missão também destacou que o partido seguirá em atividade, mas avaliou que a legenda precisará analisar as mudanças no cenário político nacional.

Já Ronaldo Caiado, do PSD, disse que conversará com Gilberto Kassab, presidente nacional da sigla, antes de definir se apoiará algum dos candidatos. Com 2,18% dos votos, o ex governador de Goiás afirmou que deixa a disputa com orgulho da campanha e das propostas apresentadas.

Romeu Zema, do Novo, não declarou apoio formal a Flávio Bolsonaro, mas deixou clara sua oposição ao PT. O candidato afirmou que ficará contra o partido caso esteja no segundo turno e criticou os resultados das administrações petistas.

Com 0,27% dos votos, Zema terminou na sexta colocação. Após a apuração, ele também comemorou o desempenho de integrantes do Novo eleitos para cargos legislativos e afirmou que o partido continuará trabalhando para fortalecer a direita brasileira.