
Na última sexta-feira (12), uma operação conjunta entre Estados Unidos e Venezuela terminou com a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como “Niño Guerrero”, apontado como líder do Tren de Aragua, uma das principais organizações criminosas da América Latina. A ação ocorreu no estado de Bolívar, no sudeste venezuelano, e foi confirmada pelos governos dos dois países.
A operação foi divulgada inicialmente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que a ofensiva foi realizada pelo Comando Sul norte-americano. Segundo ele, a ação teve caráter “cinético, rápido e letal” e contou com apoio das autoridades venezuelanas.
Horas depois, o governo da Venezuela confirmou o confronto e informou que Niño Guerrero foi “neutralizado” durante uma ação baseada em informações de inteligência compartilhadas entre os dois países.
Considerado o principal chefe do Tren de Aragua, Guerrero liderava a organização criminosa que surgiu em 2014 dentro de uma prisão no estado venezuelano de Aragua. O grupo é investigado por crimes como tráfico de drogas, tráfico de pessoas, extorsão, assassinatos por encomenda e outros delitos em diversos países da América Latina.
O governo dos Estados Unidos havia oferecido uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levassem à captura do criminoso.







