
A ministra Cármen Lúcia será a relatora do novo Código de Ética do Supremo Tribunal Federal (STF). O anúncio foi feito pelo ministro Edson Fachin, em um momento de crescente pressão por maior transparência e rigor nas condutas dos magistrados da Corte.
A criação e a relatoria do código ganham destaque após uma série de críticas públicas direcionadas a membros do STF. As polêmicas estão ligadas a investigações que envolvem fraudes no Banco Master e a supostas interferências ou proximidades indevidas.
Investigações e críticas recentes
Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes negou veementemente reportagens que o associavam a um encontro com o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O suposto encontro teria ocorrido em meio a negociações de compra do Master pelo BRB.
A notícia, divulgada pelo Portal Metrópoles, foi classificada por Moraes como “falsa e mentirosa”. Antes da intervenção do Banco Central no Master, o escritório de advocacia da família de Moraes prestou serviços à instituição financeira.
Outro ministro sob escrutínio é Dias Toffoli. Ele tem sido criticado por manter a relatoria de um caso envolvendo irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master. Informações jornalísticas apontaram que o fundo comprou participação em um resort que pertencia a familiares de Toffoli.
O próprio ministro Fachin também foi alvo de críticas por ter divulgado uma nota à imprensa para defender a atuação de Toffoli em meio às reportagens sobre o caso Master.
Com informações do Metrópoles








